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Bem-vindo à Comunidade de Suporte da Cisco, gostaríamos de ter seus comentários.
A partir deste verão: as comunidades da Cisco e a Comunidade de Suporte da Cisco estão se fundindo. Saiba mais.

Colaboração, Voz e Vídeo Blogues

Rótulos
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Vamos primeiro procurar entender como os sinais analógicos são convertidos em sinais digitais. Podemos dividir todo o processo em 3 etapas: Amostrar o Sinal analógico Quantizar as amostras numa expressão binária Comprimir as amostras para reduzir o uso da banda Leia mais...

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VOIP e Telefonia IP são sinônimos ? Estes dois termos são usados com freqüência intercambiáveis, mas eles são de fato diferentes. VoIP descreve o método atual de transmissão de voz sobre uma rede IP, enquanto a telefonia IP descreve dispositivos de telefonia IP que usam o IP como o transporte nativo para voz e de sinalização. A telefonia IP precisa de VoIP para enviar chamadas através da rede VoIP, mas VOIP não necessita de telefonia IP para existir. Leia mais...

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Ola a todos,


Aqui vai um resumo:

Quais grupos devo associar meu UserID para ter meu jabber funcionando direito com meu Telefone IP.

Apesar de ter essa informação no guias e manuais, sempre tenho que procurar antes de fazer a vinculação do User ID com o Grupo.

  • Para todos os modelos de telefones: adicionar no user o "Standard CTI Enabled Group"
  • Para todos os modelos 69XX: adicionar no user o "Standard CTI Allow Control of Phones Supporting Rollover Mode Group"
  • Para todos os modelos 89XX e 99XX: adicionar no user o "Standard CTI Allow Control of Phones Supporting Connected Xfer"

Att,
Daniel

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Gerir seu Router CME utilizando CCP oferece um número de vantagens, algumas das quais evidentes e outros não tão evidentes

Primeiro muitos pequenos escritórios empregam um único administrador cujo conhecimento e tempo seja distribuído entre várias tecnologias diferentes. Exigindo este nível de administrador para aprender um sistema completo de operação de linha de comando para interagir com CME é irrealista.

Da mesma forma, alguns escritórios ao redor do mundo contratam consultores ou administradores de rede para gerir a sua rede. CCP fornece uma interface gráfica de usuário fácil de usar (GUI) permite que um dos usuários tecnicamente mais disposto no escritório para cuidar da administração do dia-a-dia (mudança em números de diretório, adicionando telefones, etc.) sem o envolvimento de dedicação pessoal de TI. Finalmente, uma interface gráfica pode ser mais eficiente, por vezes, do que digitar comandos de configuração.

Embora a Cisco tenha lançado múltiplas ferramentas de gerenciamento GUI para configurar CME ao longo dos anos, duas ferramentas principais são usadas hoje: o CME GUI integrado e o Cisco Configuration Professional (CCP) que não serão abordadas em detalhes neste post.

Preparando o Router CME para o Cisco Configuration Professional


Antes de um CCP poder conectar-se e configurar um roteador (ou switch), uma conectividade IP básica deve ser estabelecida para que o PC executando o CCP possa acessar o dispositivo. Em seguida, o serviço web (e / ou serviço web seguro) no dispositivo deve ser ativado. Em seguida, uma conta com acesso EXEC privilegiado deve ser criada e, finalmente, o roteador configurado para usar o nome de usuário de base de dados local para autenticação de conexões vinda do PC com CCP.

As quatro configurações a seguir resumem os elementos-chave que deve ser inserido no dispositivo para a obtenção do trabalho CCP:

  • Endereço de IP acessível: O PC contendo o CCP deve ser capaz de comunicar-se com o roteador CME sobre o endereço IP que você especificar.
  • Nível de nome de usuário e senha: Ativar o servidor HTTP no dispositivo para permitir que o utilitário CCP encontre o roteador CME.
  • Serviços HTTP integrados: Ative o serviço HTTP no dispositivo para permitir que o utilitário CCP descubra o roteador CME.
  • A autenticação local por Telnet / SSH: Registros do PC no roteador CME usando a conta privilegiada definida acima para aplicar base de configurações na integração GUI.

Segue uma tela de exemplo de configuração:

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Esta seção fornece informações sobre a integração do Cisco Unified Communications Manager ao Active Directory. Usuários definidos no Active Directory são sincronizadas no banco de dados do CUCM, enquanto os usuários de aplicativos que são armazenados apenas no banco de dados do CUCM não precisam ser definido no Active Directory.

Criação de conta de serviço no Active Directory. Uma conta de serviço é criado no AD, que permite a sincronização de acordo com o CUCM para se conectar e autenticar a ele. Neste caso, a conta de administrador é utilizado.

Configurando o Cisco Unified Communications System Administration Manager LDAP

Você pode fazer alterações nas configurações de informação e de autenticação LDAP e Diretório LDAP somente se a sincronização do diretório LDAP cliente é ativado na página de configuração do sistema LDAP.

Para acessar a página de configuração do sistema LDAP, escolha Sistema> LDAP> Sistema de LDAP a partir da aplicação Cisco Unified CM Administration.

Criação de um Novo Acordo de replicação de diretório.

Escolha Sistema> LDAP> diretório LDAP e clique em Adicionar novo para adicionar um novo contrato de replicação Directory.

Configurando a autenticação LDAP

A configuração de autenticação LDAP garante que os usuários são autenticados através do Active Directory e não mais com o Communications Manager DB Cisco Unified. Para configurar a autenticação LDAP, escolha Sistema> LDAP> Autenticação LDAP

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Material de ajuda para compreender as principais diferenças de sinalização MFC R2 Digital.

 

 

Este item pretende evidenciar as diferenças entre os principais padrões de sinalização recomendados pelo ITU-T e os adotados pelo Sistema brasileiro, enfocando os sistemas de Sinalização R2 Digital a Canal Associado e Sinalização a Canal Comum número 7 TUP.

 

Apresentam-se nesta página as diferenças para a sinalização por Canal Associado.

 

Sinalização de Linha

 

A codificação digital para sinalização de linha do Sistema R2 Digital ocorre conforme mostra a tabela que segue:

 

Fase da Chamada

Designação do Sinal

Canais de Sinalização

ITU-T

BR

af

bf

ab

bb

af

bf

ab

bb

Tronco Livre

-

1

0

1

0

1

0

1

0

Ocupação de Tronco

Ocupação

0

0

1

0

0

0

1

0

Confirmação de Ocupação

0

0

1

1

0

0

1

1

Chamada em Progresso

-

-

-

-

-

0

0

1

1

Atendimento da Chamada

Atendimento

0

0

0

1

0

0

0

1

Conversação

-

-

-

-

-

0

0

0

1

Tarifação

Tarifação

-

-

-

-

0

0

1

1

Desligamento da Chamada

Desligar para Trás

0

0

1

1

0

0

1

1

Desligar para Frente

1

0

0

1

1

0

0

1

-

1

0

1

1

1

0

1

1

Confirmação de Desconexão

-

-

-

-

1

0

1

0

Desconexão Forçada

-

-

-

-

0

0

0

0

Situações Especiais

Confirmação Desc. Forçada

-

-

-

-

1

0

0

0

Bloqueio

1

0

1

1

1

0

1

1

Falha

-

-

-

-

1

1

1

0

 =  para frente (forward)

b =  para trás (backward)

 

Sinalização entre Registradores

 

Sinalização MFC - Multi Freqüência Compelida, cujas combinações Dual Tone, de freqüências empregadas, são as definidas na tabela que segue:

 

Os quadros que seguem apresentam os sinais de cada grupo com o seu significado tanto para o padrão ITU-T como o brasileiro, bem como sua correspondência quando aplicável:

 

Sinais

Sinais para Frente – Grupo I

Descrição do Sinal

ITU-T

BR

1

Indicação de idioma: francês/Algarismo 1

I -1

-

-

Algarismo 1

-

I -1

2

Indicação de idioma: inglês/Algarismo 2

I -2

-

-

Algarismo 2

-

I -2

3

Indicação de idioma: alemão/Algarismo 3

I -3

-

-

Algarismo 3

-

I -3

4

Indicação de idioma: russo/Algarismo 4

I -4

-

-

Algarismo 4

-

I -4

5

Indicação de idioma: espanhol/Algarismo 5

I -5

-

-

Algarismo 5

-

I -5

6

Vago/Algarismo 6

I -6

-

-

Algarismo 6

-

I -6

7

Vago /Algarismo 7

I -7

-

-

Algarismo 7

-

I -7

8

Vago/Algarismo 8

I -8

-

-

Algarismo 8

-

I -8

9

Vago/Algarismo 9

I -9

-

-

Algarismo 9

-

I -9

10

Dígito de discriminação/Algarismo 0

I -10

-

-

Algarismo 0

-

I -10

 

 

Sinais

Sinais para Frente – Grupo I

Descrição do Sinal

ITU-T

BR

11

Indicador de código de país, necessidade de semi-supressor de eco de destino/Acesso a telefonista de origem

I -11

-

-

Inserção de semi-supressor de eco na origem

-

I -11

12

Indicador de código de país, supressor de eco não requisitado/Acesso a telefonista com atraso, pedido recusado

I -12

-

-

Pedido recusado ou indicação de trânsito internacional

-

I -12

13

Indicação de chamada de teste/Acesso a equipamento de teste, link de satélite não incluído

I -13

-

-

Acesso a equipamento de teste

-

I -13

14

Indicador de código de país, inserção de semi-supressor de eco de destino

I -14

-

-

Inserção de semi-supressor de eco de destino ou indicação de trânsito internacional

-

I -14

15

Sinal não usado/Fim de pulsação, fim de identificação

I -15

-

-

Fim de número ou indicação de que a chamada cursou enlace via satélite

-

I -15

 

 

Sinais

Sinais para Frente – Grupo II

Descrição do Sinal

ITU-T

BR

1

Assinante sem prioridade

II-1

-

-

Assinante comum

-

II-1

2

Assinante com prioridade

II-2

-

-

Assinante com tarifação especial

-

II-2

3

Equipamento de manutenção

II-3

II-3

4

Vago

II-4

-

-

Telefone público local

-

II-4

5

Telefonista

II-5

II-5

6

Transmissão de dados, equips com. de dados

II-6

II-6

7

Assinante (ou telefonista sem facilidade de transferência)

II-7

-

-

Telefone público interurbano

-

II-7

8

Transmissão de dados

II-8

-

-

Chamada a cobrar

-

II-8

9

Assinante com prioridade

II-9

-

-

Assinante comum – Serviço entrante internacional

-

I-9

10

Telefonista com facilidade de transferência

II-10

-

-

Reserva

-

II-10

11

Vago para uso nacional

II-11

-

-

Indicativo de chamada transferida

-

II-11

12

Vago para uso nacional, Reserva

II-12

II-12

13

Vago para uso nacional, Reserva

II-13

II-13

14

Vago para uso nacional, Reserva

II-14

II-14

15

Vago para uso nacional, Reserva

II-15

II-15

 

 

Sinais

Sinais para Trás – Grupo A

Descrição do Sinal

ITU-T

BR

1

Enviar o próximo algarismo (n+1)

A-1

A-1

2

Envia algarismo N-1

A-2

A-9

-

Necessidade de semi-supressor de eco no destino ou enviar o primeiro algarismo enviado

-

A-2

3

Fim de número, preparar para recepção de sinais do grupo B

A-3

-

-

Preparar para recepção de sinais do grupo B

-

A-3

4

Congestionamento na rede nacional

A-4

A-4

5

Enviar categoria e identidade do assinante chamador

A-5

A-5

6

Fim de número, tarifação, estabelecer condições de conversação

A-6

-

-

Reserva

-

A-6

7

Enviar algarismo N-2

A-7

A-7

8

Enviar algarismo N-3

A-8

A-8

9

Vago para uso nacional

A-9

-

-

Enviar algarismo N-1

A-2

A-9

10

Vago para uso nacional, Reserva

A-10

A-10

11

Enviar indicador de código de país

A-11

-

-

Reserva

-

A-11

12

Enviar dígito de idioma ou de discriminação

A-12

-

-

Reserva

-

A-12

13

Enviar natureza do circuito

A-13

-

-

Reserva

-

A-13

14

Solicitação de informação sobre uso de supressor de eco (é necessário um semi-supressor de eco de origem?)

A-14

-

-

Reserva

-

A-14

15

Congestionamento internacional

A-15

-

-

Reserva

-

A-15

 

 

Sinais

Sinais para Trás – Grupo B

Descrição do Sinal

ITU-T

BR

1

Vago para uso nacional

B-1

-

-

Linha de assinante livre com tarifação

B-6

B-1

2

Enviar tom especial de informação

B-2

-

-

Linha de assinante ocupada

B-3

B-2

3

Linha de assinante ocupada

B-3

B-2

-

Linha de assinante com número mudado

-

B-3

4

Congestionamento

B-4

B-4

5

Número vago

B-5

B-7

-

Linha de assinante livre sem tarifação

B-7

B-5

6

Linha de assinante livre com tarifação

B-6

B-1

-

Linha de assinante livre com tarifação e colocar retenção sob controle de assinante chamado

-

B-6

7

Linha de assinante livre sem tarifação

B-7

B-5

-

Nível ou número vago

B-5

B-9

8

Linha de assinante fora de serviço

B-8

-

-

Linha de assinante fora de serviço para tráfego terminado

-

B-8

9

Vago para uso nacional, Reserva

B-9

B-9

10

Vago para uso nacional, Reserva

B-10

B-10

11

Vago para uso nacional, Reserva

B-11

B-11

12

Vago para uso nacional, Reserva

B-12

B-12

13

Vago para uso nacional, Reserva

B-13

B-13

14

Vago para uso nacional, Reserva

B-14

B-14

15

Vago para uso nacional, Reserva

B-15

B-15

 

Fonte retirada do site www.teleco.com.br
Link: http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialgsin/pagina_4.asp

 

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Ola pessoal, 

 

Para aqueles que estão implantando CMR, segue uma informação muito útil quando questionarem quais sãos as portas utilizadas por essa ferramenta.

 

Protocolo

Número da Porta

Tipo de Acesso

TCP

80

Client Access

TCP

443

Client Access - Secure Traffic (SSL Sites)

TCP/UDP

1270

Client Access (Non SSL Sites)

TCP/UDP

53

Domain Name System (DNS)

TCP/UDP

5101

MMP

TCP

8554

Audio Streaming Client Access

UDP

7500

Audio Streaming

UDP

7501

Audio Streaming

UDP

9000

VoIP/Video

TCP/UDP

5060-5069

SIP for CMR Hybrid and Cloud

UDP

30000-65535

Media for CMR Hybrid and Cloud

TCP

1720

H.323 for CMR Cloud

UDP

1719

H.323 for CMR Cloud

TCP

15000-19999

H.323 for CMR Cloud

 

É necessário liberar essas regras para o domínio do webex.com ou para o range de ips abaixo:

 

US/Canada

  • 64.68.96.0/19 (CIDR) or 64.68.96.0 - 64.68.127.255 (net range)
  • 66.114.160.0/20 (CIDR) or 66.114.160.0 - 66.114.175.255 (net range)
  • 66.163.32.0/20 (CIDR) or 66.163.32.0 - 66.163.47.255 (net range)
  • 209.197.192.0/19 (CIDR) or 209.197.192.0 - 209.197.223.255 (net range)
  • 208.8.81.0/24 (CIDR) or 208.8.81.0 - 208.8.81.255 (net range)
  • 173.243.0.0/20 (CIDR) or 173.243.0.0 - 173.243.15.255 (net range)

 

Obs:. Deve se ter um servidor DNS  configurado para a vídeo.

 

Referência:

 

https://support.webex.com/MyAccountWeb/knowledgeBase.do?root=Tools&parent=Knowledge&articleId=wbx264

 

 

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Bom dia a todos,
 

Há algum tempo atrás, logo após implementar WEBeX Connection e o WEBeX Meeting Center,  integrados com a solução de Unified Communication interna da compania (UCM, UNITY CONNECTION, VCS,TELEPRESENCE), recebi uma reclamação de alguns colaboradores de que era muito chato e cansativo o fato de ter que adicionar os contatos manualmente na sua lista, tendo que fazer a busca pelo nome ou e-mail e depois adicionar. O mesmo se aplicava para contatos externos (via Federação). Apesar da solução ser integrada com o LDAP corporativo, ele não adiciona automaticamente, nem cria uma lista de contatos de com os colaboradores da compania.

O Jabber Client é uma ferramanta por demais utilizada dentro da compania, justamente pela facilidade de comunicação, chamadas de video e e melhora da produtividade.

Encontrei com muita facilidade uma documentação da Cisco, que falava exatamente sobre o assunto, e continha todas as etapas descritas de como importar, utilizando um arquivo XML padrão. Quem trabalhou com o Presence Server versões anteriores, não vai estranhar a metodologia adotada, pois muitas vezes tínhamos que montar um XML com os dados do colaboradores para popular no servidor via upload, para criar uma lista automática de contatos que ia aparecer no Personal Communicator.

Abaixo segue as informações e o documento de referência para futuras consultas sobre o assunto.

Importar listas de contactos

Você pode criar listas de contatos em formato XML e, em seguida, importá-los para o Cisco Jabber.
Para importar uma lista de contatos, faça o seguinte:

  • Passo 1 Abra a janela principal do Cisco Jabber.
  • Passo 2 Selecione Arquivo> Importar contatos ....
  • Passo 3 Navegue até o local da lista de contatos definições de arquivo XML.
  • Passo 4 Selecione o arquivo de definições de lista de contatos e, em seguida, selecione Abrir.

"Cisco Jabber importa os contatos do arquivo de definições. Os contactos estão disponíveis em sua lista de contatos".

 

Definição de Lista de Contatos:

O seguinte trecho do arquivo XML mostra a estrutura de um arquivo de definições da lista de contatos:
 
<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
 <buddylist>
  <group>
   <gname>group name</gname>
    <user>
      <uname>IM Address</uname>
      <fname>Display Name</fname>
    </user>
  </group>
</buddylist>
 
Segue o descritivo dos elementos do arquivo de definições da lista de contatos:
ElementosDescrição
<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>Declaração XML. Seu arquivo de definições deve conter uma declaração XML com os seguintes atributos:
Versão - Especifica a versão do arquivo XML.
Codificação - Especifica a codificação. Você deve usar UTF-8.
buddylistElemento raiz da definição de lista de contatos.
groupElemento pai de um grupo de contatos.
Um grupo pode conter vários usuários.                                         
Não há limite para o número de usuários que um grupo pode conter. Também não existe qualquer limite para o número de grupos que você pode incluir em um arquivo de definições da lista de contatos.  No entanto, o servidor estabelece uma restrição ao número de contatos que você pode adicionar ao Cisco Jabber. Você deve garantir que não exceda o limite de seu arquivo de definições da lista de contatos.
gnameEspecifica o nome do grupo.
userElemento pai que contém detalhes de um único usuário.
unameEspecifica o endereço de mensagens instantâneas (IM) de um usuário.
fnameEspecifica o nome que aparece na interface do usuário do cliente.
 
Segue abaixo um exemplo de lista de contatos:

 

<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
 <buddylist>
  <group>
   <gname>Sales</gname>
    <user>
      <uname>amckenzi@example.com</uname>
      <fname>Adam McKenzie</fname>
    </user>
    <user>
      <uname>aperez@example.com</uname>
      <fname>Anita Perez</fname>
    </user>
  </group>
  <group>
   <gname>Marketing</gname>
    <user>
      <uname>nfox@example.com</uname>
     <fname>Nancy Fox</fname>
    </user>
  </group>
</buddylist>

 

Para mais detalhes estou colocando a fonte da informação em anexo. Documento da Cisco.

Espero que seja de grande ajuda.


Cordialmente
Daniel Sobrinho

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Devido ao grande interesse do público sobre o Cisco Finesse no UCCX no último webcast, achei interessante divulgar mais sobre esta ferramenta.

O Cisco Finesse é a próxima geração das ferramentas utilizadas pelos agentes para controlar o recebimento de chamadas de uma fila de atendimento e pelos supervisores verificarem os agentes e o status das filas de atendimento.

Imagem do Cisco Finesse para o Agente

Finesse Desktop.png

Imagem do Cisco Finesse para o Supervisor

Finesse Desktop -  sup.PNG

Esta aplicação já faz parte da solução UCCE e foi anunciado recentemente o roadmap com a inclusão do Finesse ao UCCX na versão 10.x.

roadmap.PNG

O Finesse oferece:

  • As interfaces para os agentes e supervisores
  • Uma interface web 2.0.  Não é necessário instalar softwares na estação do agente/supervisor
  • Uma interface customizável que permite inserir diversas fontes de informações
  • API´s WEB 2.0 aberto, para simplificar o desenvolvimento e integrações

Video de demonstração do Cisco Finesse

Cisco Finesse Datasheet

De acordo com a apresentação do Cisco Live! referente ao Finesse no UCCX 10.x, o CAD ainda não irá morrer de vez, mas também não receberá nenhuma melhoria.

O CAD ainda será necessário para Outbound Voice, Agent Email, Multiline e WebChat. Ou seja o Finesse a principio atenderá apenas Inbound Voice.

Bom..... eu simpatizei com a nova interface, agora é aguardar.

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Olá galera, andei pesquisando sobre o Cisco Prime Collaboration e achei interessante compartilhar alguns links que abordam esta ferramenta da Cisco de gerenciamento e provisionamento de componentes em uma infraestrutura de comunicações unificadas.

Atualmente, uma grande corporação pode ter facilmente mais de 10 mil endpoints em um Cluster de CUCM, o que torna o gerenciamento dos ativos um desafio para as equipes que operam a solução, e no passado a Cisco desenvolveu o Operations Manager para facilitar estas tarefas e oferecer diversas melhorias no gerenciamento do ambiente UC, logo....  passou a ser conhecido como Communications Management Suite e finalmente ..... tornou-se o Prime Communications Management Suite.

O Prime Collaboration é um Bundle de ferramentas para automatizar o provisionamento dos ativos, facilitar o gerenciamento (de IP Phones a salas de Telepresença), ter um controle das garantias de cada elemento (muito útil), elaborar relatórios, facilitar o troubleshooting, dentre várias outras funções.

Nada melhor que dar verificar o Datasheet para obter todos os detalhes da solução e também segue a
Página Oficial da Solução Cisco Prime Collaboration

Bom, vamos ao que interessa, que é divulgar alguns materiais para vermos a parte técnica da coisa

  • Deploying Cisco Prime Collaboration for Provisoining

Descrição: Este módulo do E-Learning aborda o planejamento da implantação, a instalação, e as configurações iniciais e as tarefas requeridas para o Cisco Prime Collaboration for Provisioning.

Audiência: Administradores de Sistema e de Redes responsáveis por instalação e configuração do software.

Duração: 120 mins

Linguagem: Inglês

URLhttp://www.applied-concepts.net/CPC9-Provisioning/launcher.html

  • Deploying Cisco Prime Collaboration for Assurance

Description: Este módulo do E-Learning aborda a implantação e configuração inicial do Cisco Prime Collaboration for Assurance.

Audiência: Administradores de Sistema e de Redes responsáveis pela instalação e configuração do software.

Duração: 45 mins

Linguagem: Inglês

URL:  http://www.applied-concepts.net/CPC9-Assurance/player.html

Bom era isso galera, se você achou interessante o post não deixe de comentar e qualificar

Abços

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Olá a todos, gostaria de compartilhar com vocês mais detalhes desta ferramenta da Cisco criada pela Calabrio que oferece uma solução de gravação, análise, avaliação das chamadas e apresentação gráfica dos dados coletados diretamente da base de dados do UCCX.

O Cisco Workforce Optimization é um bundle que possui os seguintes softwares:

  • Call Recording and Quality Management
  • Workforce Management software

Estou implementando esta solução em um cliente e provavelmente irei atualizar este post com o andar da implementação. Os beneficios de cada solução você pode encontrar diretamente no datasheet:

http://www.cisco.com/en/US/prod/collateral/voicesw/custcosw/ps5693/ps8293/data_sheet_c78-710576.html

Irei fornecer apenas alguns detalhes técnicos sobre o produto pois eu tive que coletar estas informações em alguns documentos quando este projeto caiu em minhas mãos, e reuni as informações mais importantes aqui.

Os pré requisitos para a instalação dos Softwares WFO (Baseado na versão 8.5(2).

Application Servers

Operating System Options

Database Options

Hosting Options

WFO Workforce

Management

WFO Quality

Management

WFO Call Recording

– Windows Sever 2008 32 or 64 Bit*


– Windows Server 2003 R2

– MS SQL Server 2008 Standard Edition*


– MS SQL Server 2005

– Physical Server


– Virtual Server Using VMware ESX or ESXi Server

*Recomendado

Métodos de gravação oferecidos pela Solução:

• Desktop recording: Serviço de gravação executado diretamente no PC do Agent

• Server recording: Utiliza o serviço de monitoração e gravação conectado via porta Switched Port Analyzer (SPAN) no Switch e no IP Phone.

• Network-based recording: Utiliza um servidor de gravação que recebe os fluxos de audio direto dos IP Phones através da Feature BiB (Built-in-Bridge). (Irei utilizar este aqui)

• Cisco MediaSense Recording: Gravação realizada via Cisco Mediasense.

Licenciamento: As licenças são adquiridas com base nas features desejadas e claro, pela quantidade de agentes.

Captura2r.PNG

O upload das licenças do WFO é feita diretamente no servidor do UCCX, portanto usa-se o License MAC do UCCX ao solicitar o .lic no Licensing Portal. Veja abaixo:

Captura3r.PNG

Dashboard de análise Personalizado

data_sheet_c78-710576-1.jpg

Quality Management - Contact Player

data_sheet_c78-710576-2.jpg

Visualização do agendamento dos agentes

data_sheet_c78-710576-3.jpg

Bom acho que por enquanto é o que eu possuo para compartilhar,

Até !

Documentos de referência:

Datasheet

Cisco Unified Workforce Optimization Installation and Upgrade Guides

Cisco Unified Workforce Optimization End-User Guides

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PAWS-M, Platform Administrative Web Services Interface - Management, uma ferramenta para auxiliar na tarefa de instalação de pacotes para servidores Communications Manager, Unity Connection e Presence.

Acesse para saber mais:

http://avvid.net/2013/06/18/conhecea-o-paws-m/

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Video um pouco antigo, mas muito útil para orientar as pessoas que atuam com os engenheiros do TAC. Depedendo do problema é necessário envio de informações, traces, diagramas de rede, show tech´s. O video abaixo começa com a abordagem de um dos engenheiros mencionando algumas pérolas que eles recebem para realizar os Tshoots.... é sinistro.

E em seguida vemos a orientação de outra engenheira de como coletar as informações adequadas para tornar o Tshoot eficiente.

https://supportforums.cisco.com/videos/2990

Achei o video muito útil, pois eu atuo com suporte e também já vi cada pérola.....

Abços

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Olá a todos, recentemente a Cisco divulgou uma pesquisa realizada em 8 paises da américa latina, incluindo o Brasil.

Bom no ponto de vista do "mercado nacional" é alarmante e já irei mostrar o por que .... mas no ponto de vista dos profissionais de redes, comunicações unificadas, segurança, acessos sem fio e computação em nuvem ... o cara tem a plena certeza de que a curto prazo (curto mesmo, em até 2 anos) o valor dele no mercado vai estar "bombando".

Não é de hoje que no Brasil vemos a dificuldade das empresas em contratar profissionais aptos a atuar em seus ambientes altamente tecnologicos, e agora com eventos mundiais (Copa e Olimpiadas) próximos a acontecer, a demanda por mão de obra qualificada no país está a níveis astronomicos.... pois o mundo estará de olho no Brasil !!!

E claro não poderemos fazer feio .... (pelo menos não agora....)

No entanto .... deixe me apresentar os dados do estudo relacionados ao Brasil. Preparem-se!

  • A lacuna de profissionais de rede e conectividade no Brasil em 2011 foi de aproximadamente 39.900 trabalhadores, o equivalente a 20% entre oferta e demanda de mão de obra.

  • A maior escassez ocorreu na chamada rede essencial, como segurança, telefonia IP e redes sem fio, com uma lacuna de 23.643 profissionais ou 17%.

  • Percentualmente, porém, a rede emergente, como comunicações unificadas, vídeo, computação em nuvem, mobilidade e data center e virtualização, representou uma maior escassez, com 27% entre a oferta e demanda de profissionais qualificados, uma lacuna de 16.232 profissionais em 2011.

  • Em 2012, a demanda prevista foi de 239.653 empregos na área de redes, com a possibilidade de chegar a 363.584 em 2015.

  • Para o ano de 2013 a previsão é de 276.306 vagas para 199.819 profissionais, uma lacuna, portanto, de 28% ou 76.487 de mão de obra.

  • As 363.584 vagas previstas para 2015 devem se concentrar mais na rede essencial com 232.032, mas a lacuna maior será na rede emergente, com 131.552 vagas para 64.650 profissionais qualificados (escassez de 51% ou 66.702 profissionais).

Com esses números, o Brasil é o segundo país com dificuldades para encontrar candidatos tecnicamente qualificados, ficando atrás apenas do México entre os países pesquisados na América Latina. Isso ocorre porque com a disponibilidade insuficiente de profissionais capacitados no mercado fica mais caro contratar e empregar profissionais de rede qualificados.


Destaques da pesquisa na América Latina

  • 75% da organizações pesquisadas veem as certificações de fabricantes como um importante atributo para avaliar o potencial de profissionais para posições relacionadas com redes.

  • As posições de segurança são as mais difíceis de ocupar. Isto porque o conhecimento de segurança é uma demanda crescente nos oito países. 87% das empresas disseram que requerem habilidades extras nesta área nos próximos 12-24 meses.

COMENTÁRIOS

De acordo com os dados acima, gostaria de acrescentar:

  • Os números não irão parar de crescer enquanto não houver uma ação a nível nacional junto com os principais fabricantes para criar programas de incentivo ao estudo tecnológico. Por que vemos tanto indiano no TAC da Cisco ?? Por que la o Governo criou incentivos para estudo de tecnologias anos atrás, vejam o resultado que estão colhendo.... enquanto você está durmindo, tem um indiano tirando um CCIE ... hahaha

  • Não venham me dizer que os cursos focados oferecidos por parceiros são caros, por que eu sei que são! Afinal o instrutor tem que ser altamente qualificado para lecionar a tecnologia. Por isso optei por me diciplinar e estudar com os materiais da própria Cisco.

  • Para a empresa, é benéfico lhe patrocinar na hora de tirar sua certificação. A empresa utiliza o tiítulo que você adquire ao passar na prova para definir estratégias de venda/suporte junto ao fabricante.

  • Quem atua com redes, continue aprimorando seus conhecimentos que com certeza isso lhe dará ótimos frutos no futuro.

  • Quem ainda NÃO atua com redes.... bom ... precisa de mais alguma evidência ?

Vejam a pesquisa completa clicando aqui

Fonte: News@Cisco

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Bom dia, boa tarde e boa noite (depende que momento vc está lendo este post)...

Uma das "features" mais importantes e presentes nos sistemas de videoconferência são as composições de vídeo! Com esta feature, podemos customizar as imagens visualizadas por todos os participantes e presentes na conexão, tanto local ou remoto! É possível ainda, aliar esta importante característica dos codecs Cisco TelePresence com os já conhecidos licenciamentos Multisite e Premium Resolution.

Agora, um ponto importantíssimo, é associar estas features com o melhor e mais completo codec do mercado - o codec C60!

Nesta edição (27) do Cisco Competence Development vamos repassar as características técnicas deste codec e mostrar porque ele é um dos codecs mais completos do mercado!

Assita ao vídeo clicando AQUI!

Usem este post para tirar suas dúvidas a respeito deste e de outros codecs do portfolio Cisco TelePresence.

Um abraço,

JA

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