Multiprotocol Label Switching (MPLS) Layer 3 VPNs Arquitetura e Configuração. Q&A

Marcos Vinicius Ramos

Durante este evento ao vivo, você irá aprender os principais conceitos de redes MPLS, tecnologia amplamente difundida nos Service Providers para engenharia de tráfego, sobretudo focado em L3 VPNs que adicionam a flexibilidade, escalabilidade e privacidade aos clientes de redes MPLS.

 

Serão abordadas as motivações para o modelo empregado atualmente em redes MPLS, os mecanismos e protocolos para distribuição de labels e prefixos (MP-BGP e LDP), bem como design típico e configuração básica em IOS/IOSXR.

 

Marcos Vinicius Ramos é especialista de Routing & Switching na Cisco, atualmente membro do High Touch Techical Services, suportando Service Providers da América Latina.  Sua carreira conta com ampla trajetória em Consultoria de Redes, suportando Service Providers, tais como Primesys/Embratel e Oi. Além de experiências anteriores em fabricantes de Telecomunicações (Huawei) atendendo a Vivo/Telefônica. Graduado em Sistemas de Informações pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, atualmente detém as certificações CCNP Routing & Switching e CCIE Service Provider Written Exam.

 

Perguntas e Respostas

 

P: O MPLS EXP herda o valor do DSCP nos pacotes entrando na rede por default ou é necessária alguma alteração ?

R: Sim, nenhuma config adicional é necessária. Ele é automaticamente copiado na operação de imposição (push). Porem na disposição ele não copia seu valor.

 

P: Como o LSR sabe qual o label de cima (top) , o label de baixo e o intermediário numa pilha ?

R: O label imediatamente após o L2 é o top label e o bottom label (de baixo) será sinalizado com o bit S=1. Nao existe sinalização especifica para label intermediário.

 

P: Por que ISIS e OSPS são escolhidos com Unicast Routing Protocols da rede MPLS?

R: Rápida convergência e escalabilidade, protocolos standard (não vendor específicos) PRC capabilities. ISIS escalabilidade em uma área level 2 única e PRC. Números altíssimos de rotas, em quando o OSPF Tem algumas limitações (uma vez que muda na area triga o algoritmo SPF para recalcular todos os prefixos da área). ISIS roteia intermediate systems e não rotas de redes.

 

P: Pode um LSR transmitir ou receber pacotes nativos em IP  (non-MPLS) em uma interface MPLS ?

R: Sim, Se IP está habilitado na interface. Pacotes em IP tem seu próprio tipo e são diferentes do MPLS (mas se configurados são suportados).

 

P: Como é o load balacing de pacotes com label no Cisco IOS?

R: Se o MPLS payload é IPv4 ou IPv6 packet, CEF hashing é realizado com base no end de origem e destino (IP address). Se o MPLS payload é alguma diferente, o load balancing é determinado pelo valor do ultimo label na pilha.

 

P: Por que  MPLS usa CEF ?

R: MPLS usa CEF porque é o único mecanismo de switching disponível para implementar tagueamento de pacotes.

 

P: Quando é recomendado o uso de diferentes route distinguishers para rotas da mesma VPN?

R:Para cenário de hub-and-spoke topologies (quando dois CE spokes estão diretamente conectados ao mesmo PE) e quando uma rota ipv4 está dual homed em  dois PEs (conectados a dois PEs) e a rede MPLS tem route reflectors.

 

P: Por que pacotes MPLS VPN packets tem 2 MPLS labels?

R: P routers usam o IGP Label para encaminhar o pacote para o correto PE de destino. O PE de saida usa o label VPN para encaminhar o pacote para o CE correto.

Histórico de versão
Revisão #
1 de 1
Última actualização:
‎07-02-2014 10:33 PM
Actualizado por:
 
Etiquetas (1)